Um campeão que resolve rápido. Uma rainha destronada. Uma final de Grand Prix que promete pegar fogo. O UFC BJJ 10 cumpriu todas as suas promessas no dia 20 de agosto, no Meta APEX de Las Vegas. Resultados completos, análise luta a luta e o balanço da décima noite do Bowl.
Um minuto e 44 segundos. Foi o tempo que Andrew Tackett precisou para lembrar quem manda nos 77 kg. Diante dele, Jonnatas Gracie, o desafiante que o havia desafiado publicamente após sua vitória de fevereiro. Contudo, o campeão dos meio-médios não deixou espaço para dúvida: queda imediata, pegada de costas, finalização. A quarta defesa de título, despachada. Tudo isso em um Bowl repaginado, rebaixado 20 centímetros para oferecer melhor visão ao público. Além disso, a noite coroou uma nova campeã e lançou o Grand Prix feminino dos moscas. Oito lutas, quatro delas femininas: eis tudo o que você precisa saber.
| Main event Título 170 lb | Andrew Tackett vence Jonnatas Gracie Finalização (face crank) · round 1, 1:44 |
| Co-main event Título 145 lb F | Brianna Ste-Marie vence Rebeca Lima Finalização (arm-triangle) · round 2, 1:57 |
| GP moscas F semifinal | Cassia Moura vence Bre Stikk Finalização (armbar) · round 1, 4:31 |
| GP moscas F semifinal | Adele Fornarino vence Carol Brunacio Finalização (chave de pé reta) · round 1, 2:53 |
| Peso médio | William Tackett vence Fedor Nikolov Finalização (heel hook) · round 2, 2:13 |
| Peso galo | Jalen Fonacier vence Mourece Ramirez Decisão unânime · 3 rounds |
| Peso médio | Vagner Rocha vence Andy Varela Finalização (crescent choke) · round 3, 2:06 |
| Peso palha F | Danielle Kelly vence Ana Lima Decisão unânime · 3 rounds |
Fonte: resultados oficiais do UFC.com, 21 de agosto de 2026.
Além disso, o evento completo está disponível gratuitamente no canal do YouTube do UFC BJJ:
Quem venceu o main event do UFC BJJ 10?
Andrew Tackett venceu Jonnatas Gracie por finalização (face crank) a 1:44 do primeiro round. Assim, ele mantém o cinturão dos meio-médios do UFC BJJ. É a quarta defesa consecutiva e, sobretudo, a quinta vitória em luta de cinturão desde o título inaugural conquistado no UFC BJJ 1.
O filme da luta: 104 segundos de controle
O roteiro foi de uma brutalidade tranquila. Logo no sinal, Tackett entrou na queda e levou Gracie ao solo. Em seguida, atacou imediatamente o pescoço do brasileiro. Gracie escapou e tentou contra-atacar numa perna. Contudo, o campeão defendeu com limpeza e retomou a ofensiva. Já nas costas, ele travou um mata-leão que passou sobre o queixo em vez de sob ele: tecnicamente, um face crank. Dois ajustes bastaram, então, para levar a pressão ao máximo. Como resultado, a dor não deixou a Gracie outra opção senão bater.

O desafiante havia conquistado sua chance ao dominar Yan Lucas por decisão unânime no UFC BJJ 5, pedindo esta luta no microfone logo em seguida. Nesta noite, porém, ele nunca teve tempo de montar seu jogo ofensivo de guarda. Do outro lado, o reinado de Tackett fala por si. Primeiro, o cinturão conquistado sobre Andy Varela por finalização no primeiro round. Depois, Renato Canuto estrangulado num D’Arce. Em seguida, Elijah Dorsey finalizado num heel hook. Por fim, Vagner Rocha batido nos pontos em abril, única vez em que o campeão viu as notas dos juízes.
Desafios lançados até o octógono
O microfone pós-luta foi tão ofensivo quanto o combate. Primeiro, Tackett desafiou o futuro vencedor dos 77 kg do ADCC, Jozef Chen, os irmãos Ruotolo e Micael Galvão. Depois, ampliou o alvo para o octógono, citando Sean Brady e Paddy Pimblett. O campeão até elogiou o grappling dos dois lutadores do UFC, mas prometeu que o seu seria demais para eles. A mensagem, portanto, é clara: nos 170 lb, Tackett agora quer desafios à sua altura.
Brianna Ste-Marie é a nova campeã dos penas
O co-main event coroou uma nova rainha. De fato, Brianna Ste-Marie finalizou a campeã Rebeca Lima com um arm-triangle a 1:57 do segundo round. Ela se torna, assim, campeã peso pena feminino do UFC BJJ. Uma revanche com o destino para a canadense, medalhista de prata no ADCC e ex-campeã mundial de combat jiu-jitsu. Lesionada nas costas, ela precisou desistir de sua luta de cinturão marcada para o UFC BJJ 7 contra Aurelie Le Verne. Lima a substituiu de última hora e levou o cinturão. Quatro meses depois, Ste-Marie finalmente recupera o que era dela.
Um primeiro round na armadilha de Lima
O primeiro round, no entanto, pertenceu ao território da brasileira. Lima puxou a guarda de cara e foi caçar uma perna. Ainda assim, Ste-Marie evitou o perigo e se instalou na meia-guarda, já preparando seu arm-triangle. Então, Lima aproveitou uma perna exposta para atacar uma kneebar. A canadense sufocou o ataque empilhando por cima. Nos trinta segundos finais, Ste-Marie ainda mergulhou num ataque de perna, mas o gongo soou antes da finalização.

O arm-triangle de sempre
Na volta, a canadense foi direto à sua arma favorita. Primeiro a posição dominante, depois o braço esquerdo perfeitamente enrolado no pescoço. Em seguida a passagem para a montada e, por fim, o ombro rolado em direção ao tatame para apertar o estrangulamento. Lima bateu a 1:57. Ste-Marie havia prometido “pressão ao longo do tempo, até a adversária quebrar”. Ela até descrevera seu cenário ideal em entrevista: passar a guarda e finalizar num head-and-arm choke. Foi exatamente o que aconteceu.
Grand Prix dos moscas: Moura contra Fornarino na final
A noite também lançou o torneio pelo primeiro cinturão feminino dos moscas (125 lb). Duas semifinais disputadas em sequência, ambas resolvidas ainda no primeiro round. No fim, a final colocará Cassia Moura contra Adele Fornarino.
Cassia Moura finaliza Bre Stikk e mira a dobradinha histórica
Cassia Moura, 20 anos, já é a campeã peso galo. Ela finalizou a estreante americana Bre Stikk (“The American Savage”) com um armbar a 4:31. Sempre o mesmo plano de jogo: primeiro um arm-drag devastador para levar a luta ao solo, depois a pegada de costas imediata. Com os dois ganchos, a brasileira trabalhou com paciência enquanto Stikk defendia com garra. Moura chegou à montada, mas Stikk escapou e voltou a ficar de pé. Então, um segundo arm-drag mandou a americana de volta ao tatame.

De volta às costas, Moura brigou pelas mãos de Stikk para travar o mata-leão. A americana defendeu o pescoço. Então, a campeã trocou de alvo num piscar de olhos: transição para o armbar, e a desistência veio a 29 segundos do fim do round. Vale lembrar que Moura tomou o cinturão dos 135 lb de Ffion Davies em março. Depois, defendeu-o contra Sabrina Gondim por mata-leão no UFC BJJ 8. Agora, ela está a uma vitória de se tornar a primeira campeã de duas divisões do UFC BJJ. No microfone, a jovem brasileira resumiu seu espírito: “ninguém tem mais fome do que eu, todo mundo conhece a minha história”.
Adele Fornarino confirma, chave de pé em menos de três minutos
Do outro lado da chave, a australiana Adele Fornarino confirmou seu status de finalizadora contra Carol Brunacio. A brasileira começou com tudo, mergulhando direto numa perna. Ainda assim, Fornarino manteve uma calma notável e escapou do perigo. Em seguida, virou o jogo: uma tentativa de armbar e um ataque de perna, ambos defendidos por Brunacio.

O desfecho não demorou. Trabalhando da guarda, Fornarino isolou uma perna e criou a abertura que buscava. Chave de pé reta apertada, desistência a 2:53. Na estreia, no UFC BJJ 7, ela já havia finalizado Alexandria Enriquez com uma kneebar no primeiro round. Por consequência, a australiana vai à final com duas finalizações rápidas em duas apresentações. Moura contra Fornarino: dois perfis totalmente ofensivos, um cinturão inaugural em jogo. A data da final, porém, ainda será anunciada.
William Tackett se recoloca na fila pelo cinturão dos médios
Antes do main event do irmão mais novo, William Tackett finalizou o estreante Fedor Nikolov com um heel hook a 2:13 do segundo round. É o segundo finish consecutivo de heel hook, depois daquele aplicado em Manuel Ribamar no UFC BJJ 8. Uma noite duplamente vitoriosa para a família, portanto.
Tackett impôs o ritmo de cara com uma queda potente. Depois, trabalhou contra a rubber guard do russo da 10th Planet. Guarda passada, cem quilos instalado. A luta voltou brevemente para os pés, mas Tackett trouxe Nikolov de volta ao solo na hora. Chegado aos Estados Unidos em 2022 sem um centavo no bolso, segundo a transmissão, o estreante não conseguiu propor nada de ofensivo da guarda. Sua defesa teimosa apenas atrasou o ritmo. Então, no segundo round, Nikolov tentou um triângulo voador. Tackett escapou sem esforço, trouxe o adversário de volta ao tatame e chegou à montada. Por fim, deslizou para as pernas e travou o heel hook decisivo.

Vale lembrar que William foi batido por Ronaldo Junior pelo cinturão inaugural dos 185 lb no UFC BJJ 4. No microfone, ele então pediu uma nova chance. A mudança para Las Vegas e o trabalho no UFC Performance Institute o ajudaram a se recuperar das lesões. Hoje, ele se diz de volta ao seu melhor nível.
Fonacier segue invicto, mas conhece os juízes
Jalen Fonacier detém três das quatro finalizações mais rápidas da história do UFC BJJ. A saber, um foot lock e dois heel hooks, contra Everton Teixeira, Pedro Nakano e Bebeto Oliveira. Ainda assim, pela primeira vez, ele precisou ir às notas dos juízes. Diante dele, Mourece Ramirez, vencedor de Victor Delibero no UFC BJJ 9, mostrou de fato uma defesa e uma tolerância à dor notáveis.

Quinze minutos de caça às pernas
O roteiro se repetiu por quinze minutos. Fonacier no solo, caçando pernas. Ramirez de pé, obrigado a defender. No primeiro round, Fonacier primeiro forçou o adversário a rolar várias vezes para escapar dos leg locks. Depois, aproveitou uma tentativa de fuga para pegar as costas. Seu mata-leão, contudo, foi resistido até o gongo. No segundo, mesma história: um emaranhado de pernas logo de início e um heel hook muito bem construído. Ramirez, no entanto, o desarmou rolando na direção da rampa do Bowl. No terceiro, Fonacier manteve a pressão sem trégua. Ramirez aguentou até o fim.
No fim, a decisão unânime não deixou margem para debate: Fonacier está 4-0 no Bowl. No microfone, o peso galo ainda assumiu a mudança de registro. “Todo mundo quer finalizações em segundos. Eu posso lutar 15 ou 30 minutos, é só falar.” Além disso, declarou-se candidato a uma futura divisão masculina dos 125 lb: “nem precisei cortar peso para esta luta”.
Vagner Rocha, 44 anos: a aula do veterano
Nos médios, o duelo de veteranos virou demonstração de caráter. Aos 44 anos, Vagner Rocha segue impondo respeito a toda a divisão. Ele, de fato, deixou de lado a carreira de treinador de elite para voltar a competir no Bowl. De volta aos 185 lb depois da luta de cinturão perdida para Andrew Tackett em abril, ele segue sendo, aliás, o único a ter levado o campeão até a decisão. Nesta noite, o brasileiro da Fight Sports finalizou Andy Varela com um crescent choke a 2:06 do terceiro round.

Uma guerra de desgaste vencida na paciência
O primeiro round foi uma guerra de trincheiras em pé. A pressão de Varela quase tirou Rocha do Bowl, o que arrancou um largo sorriso do brasileiro. Depois, um dedo acidental no olho de Varela impôs uma breve pausa. Na volta, os dois lutadores se neutralizaram no clinche. Nenhum queria puxar a guarda. Cada um buscava, visivelmente, desgastar o outro.
No segundo, incentivado pelo árbitro Jason Herzog a produzir ação, Rocha subiu o tom. Primeiro uma queda na rampa do Bowl, depois mãos e cabeça no rosto de Varela e, por fim, uma pressão desconfortável por cima. Varela tentou manter sua guarda borboleta e quase parecia gostar do jogo físico. A ponto de Herzog chamar os dois à ordem: “façam jiu-jitsu”. Rocha então passou para a meia-guarda e, depois, para a montada. Em seguida, usou um gift-wrap para girar para as costas.
Varela jogou tudo no início do terceiro. Agarrou o pescoço de Rocha numa queda e apertou um anaconda choke. O veterano, contudo, sobreviveu. Depois, com a luta de volta ao solo, deslizou lindamente por cima da guarda borboleta de Varela. Montada garantida, crescent choke sufocante, desistência a 2:06. No microfone, Rocha enfim anunciou que busca o ouro do UFC BJJ na sua verdadeira divisão, os 185 lb.
Danielle Kelly vence na estreia contra Ana Lima
Na abertura, Danielle Kelly venceu sua estreia no Bowl por decisão unânime sobre Ana Lima. A brasileira, no entanto, vinha de uma vitória por armbar no primeiro round contra Amanda Mazza no UFC BJJ 9. Um choque de estilos, portanto: a pressão de wrestling de Kelly contra os leg locks e razor locks da representante da Fight Sports Miami.

Três rounds para virar o jogo
O primeiro round foi o mais quente para a americana. Lima puxou a guarda de imediato e quase travou um razor lock, do qual Kelly escapou bem. A brasileira então emendou ataques de braço da guarda. Mas Kelly virou o round nos segundos finais com um armbar que passou muito perto. Só o grip em S de Lima permitiu a defesa.
Embalada por esse fim de round, Kelly então assumiu o controle no segundo. Primeiro uma queda no centro do Bowl, depois pressão por cima e, por fim, uma passagem de guarda em knee cut elogiada pelos comentaristas. Seguiu-se uma troca de chaves de perna, Aoki lock contra chave de pé. A americana saiu por cima.
No terceiro, ela manteve o rumo. Uma queda potente, aliás, quase mandou Lima para fora do Bowl. Mais pressão, uma saída de emaranhado de pernas perfeitamente rolada para o norte-sul e um duplo foot lock simultâneo no gongo final. Decisão unânime e muita emoção para a nativa da Filadélfia radicada em Austin. Pioneira do grappling feminino no UFC Fight Pass (uma finalização em 17 segundos sobre Cynthia Calvillo já em 2019) e ex-campeã do ONE, ela enfim saboreou: “muita gente não me leva a sério; hoje, provei o contrário”.
O balanço: um chefe e uma hierarquia em movimento
Décimo evento, e uma constante: Andrew Tackett esmaga sua divisão. Quatro defesas, três delas com finish no primeiro round, e desafios que já ultrapassam o grappling puro. Sendo assim, a verdadeira pergunta não é mais quem pode vencê-lo nos 170 lb. É, antes, qual adversário a organização aceitará lhe oferecer: um campeão do ADCC, um Ruotolo ou um lutador do UFC. Do lado feminino, aliás, o elenco ganha profundidade em alta velocidade. Uma nova campeã com pedigree de ADCC nos penas. Uma prodígio de 20 anos atrás de uma dobradinha histórica. E uma final de Grand Prix que valerá a espera. Quatro das oito lutas da noite foram femininas, e elas carregaram boa parte do card.
Os prêmios da noite, aliás, confirmam essa leitura. As quatro “Submission of the Night”, entregues pelo patrocinador Hampton Adams, foram para Andrew Tackett, Brianna Ste-Marie, Cassia Moura e Vagner Rocha. Em outras palavras, dois campeões, uma nova campeã e um veterano de 44 anos: toda a profundidade do elenco em quatro rostos.
Por fim, a noite ilustrou o que diferencia as regras do UFC BJJ. Três lutas foram às notas dos juízes, todas decididas no sistema de 10 pontos. A prioridade vai para as tentativas de finalização, depois para as técnicas ofensivas e, então, para o controle de posição e de ritmo. Para entender as bases do jiu-jitsu esportivo tradicional, nosso guia completo do JJB cobre o assunto. Da mesma forma, todos os termos técnicos deste artigo estão definidos no nosso dicionário do JJB.
E agora: o UFC BJJ 11 chega em 24 de setembro
A sequência vem logo. O UFC BJJ 11 está marcado para quinta-feira, 24 de setembro, no Meta APEX, novamente ao vivo e de graça no YouTube. Na luta principal, Mikey Musumeci enfrenta Bryce Mitchell, lutador do UFC, num aguardado duelo de penas. No co-main event, o cinturão meio-pesado estará em jogo entre Mason Fowler e Nicholas Rodriguez. A francesa Aurelie Le Verne também estará no card, contra Rana Willink nos penas. Depois, o UFC BJJ 12 vem em 8 de outubro, com o cinturão leve disputado entre Renato Canuto e Ethan Crelinstein, um duelo originalmente marcado para este card antes de ser cancelado.
FAQ: o UFC BJJ 10 em resumo
Quem venceu o UFC BJJ 10?
Andrew Tackett venceu o main event do UFC BJJ 10 ao finalizar Jonnatas Gracie com um face crank a 1:44 do primeiro round. O evento aconteceu em 20 de agosto de 2026, no Meta APEX de Las Vegas. Tackett mantém o cinturão dos meio-médios pela quarta vez. No co-main event, Brianna Ste-Marie venceu Rebeca Lima e se tornou campeã peso pena feminino.
Como Brianna Ste-Marie conquistou o cinturão?
Brianna Ste-Marie finalizou a campeã Rebeca Lima com um arm-triangle choke a 1:57 do segundo round. Ela primeiro neutralizou os ataques de perna da brasileira durante todo o primeiro round. Depois, estabeleceu a posição dominante, travou o braço no pescoço a partir da montada e forçou a desistência.
Quem se enfrenta na final do Grand Prix feminino dos moscas?
Cassia Moura enfrentará Adele Fornarino na final pelo cinturão inaugural dos 125 lb feminino. Moura, campeã peso galo, finalizou Bre Stikk com um armbar no primeiro round. Fornarino finalizou Carol Brunacio com uma chave de pé reta, também no primeiro round. A data da final ainda não foi anunciada.
Quais finalizações foram premiadas no UFC BJJ 10?
Quatro prêmios de “Submission of the Night”, entregues pelo patrocinador Hampton Adams, foram distribuídos no UFC BJJ 10. Eles foram para Andrew Tackett (face crank), Brianna Ste-Marie (arm-triangle), Cassia Moura (armbar) e Vagner Rocha (crescent choke).
Onde rever o UFC BJJ 10?
UFC BJJ 10 foi transmitido gratuitamente no canal do YouTube do UFC BJJ e no UFC Fight Pass. O evento completo, as entrevistas no Bowl e os resumos luta a luta continuam disponíveis em replay. O vídeo integral está incorporado no início deste artigo.
Qual é o próximo evento do UFC BJJ?
O UFC BJJ 11 acontece na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, ao vivo e de graça no YouTube. Mikey Musumeci enfrenta Bryce Mitchell, e o cinturão meio-pesado estará em jogo entre Mason Fowler e Nicholas Rodriguez. A francesa Aurelie Le Verne enfrenta Rana Willink. O UFC BJJ 12 vem em 8 de outubro, com o cinturão leve entre Renato Canuto e Ethan Crelinstein.
Leia também
Para continuar a noite: UFC BJJ 9: resultados completos, análise e balanço e UFC BJJ 8: resultados completos, análise e balanço.
