UFC BJJ 8: resultados completos, análise e balanço
Temíamos um retrocesso. Em vez disso, o UFC BJJ 8 confirmou a tendência iniciada no mês passado: seis finalizações em oito lutas, dois cinturões defendidos com autoridade e uma luta principal...

Temíamos um retrocesso. Em vez disso, o UFC BJJ 8 confirmou a tendência iniciada no mês passado: seis finalizações em oito lutas, dois cinturões defendidos com autoridade e uma luta principal resolvida em menos de três minutos. Depois do excelente UFC BJJ 7, a plataforma finalmente encontrou um ritmo de cruzeiro no quesito espetáculo. E isso é uma ótima notícia.
Table Of Content
Seis finalizações, dois títulos mantidos e um campeão com febre
No papel, o card de 21 de maio no Meta APEX intrigava: uma luta principal dupla valendo título, as estreias agrupadas de oito competidores, incluindo os dois irmãos Crelinsten, e vários confrontos remanejados de última hora!
Resultados completos: UFC BJJ 8
| # | Categoria | Vencedor | vs | Adversário | Resultado | Round / Tempo |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Peso Médio (185 lbs) | Azamat Bakytov | vs | Thomas David | Empate majoritário | 3 rounds |
| 2 | Meio-Médio (170 lbs) | Liam Crelinsten | vs | Max Livingston | Finalização (mata-leão) | R2, 2:44 |
| 3 | Peso Pena (145 lbs) | Keith Krikorian | vs | Landon Elmore | Decisão unânime | 3 rounds |
| 4 | Meio-Médio (170 lbs) | Jett Thompson | vs | Derek Rayfield | Finalização (Aoki lock) | R3, 0:43 |
| 5 | Peso Leve (155 lbs) | Ethan Crelinsten | vs | Danilo Moreira | Finalização (mata-leão) | R1, 2:11 |
| 6 | Peso Médio (185 lbs) | William Tackett | vs | Manuel Ribamar | Finalização (heel hook) | R1, 4:48 |
| 7 | 🏆 Peso Galo Feminino (135 lbs) | Cassia Moura (c) | vs | Sabrina Gondim | Finalização (mata-leão) | R2, 1:43 |
| 8 | 🏆 Peso Galo (135 lbs) | Mikey Musumeci (c) | vs | Kevin Dantzler | Finalização (heel hook) | R1, 2:15 |
Recap e análise luta por luta
Luta 1: Azamat Bakytov vs Thomas David (Peso Médio, 185 lbs)
Resultado: empate majoritário

A noite começa como tantas outras antes dela: sem finalização e sem grande brilho. Azamat Bakytov chegava, no entanto, com uma hype real, impulsionada principalmente por seus compatriotas muito ativos nas redes sociais. O cazaque não é ruim, longe disso. Mas, uma vez em posição dominante, ele não faz mais grande coisa. Dá quase a impressão de que ele caça os pontos, ao estilo IBJJF, sendo que o bowl só recompensa a ação.
Thomas David, por sua vez, tenta coisas interessantes, mas sem realmente buscar a finalização também. Os dois alcançam posições promissoras, K guard, entradas de perna, sem nunca ir até o fim. Estranhamente, parecem esgotados bem cedo. O árbitro Vitor “Shaolin” Ribeiro chegou a punir os dois competidores com uma perda de ponto por inatividade, algo raríssimo.
Veredito: empate majoritário. Um resultado lógico para uma luta sem vencedor evidente. Mas a constatação editorial continua a mesma: abrir uma noite com esse tipo de luta travada não ajuda a plataforma. O bowl é pensado para a ação, e os competidores precisam ter finalmente assimilado isso por completo.
Luta 2: Liam Crelinsten vs Max Livingston (Meio-Médio, 170 lbs)
Resultado: Crelinsten por finalização (mata-leão), R2 aos 2:44

Mudança total de clima. Liam Crelinsten, o primeiro dos dois irmãos canadenses a entrar no bowl, entregou uma demonstração de domínio em sua estreia. Logo no engajamento, dá para sentir que ele está acima: mais solto, mais confiante, como se já soubesse como a noite ia se desenrolar.
Max Livingston, ex-lutador universitário de wrestling, se movimenta bem, mas parece incomodado com o jiu-jitsu de Crelinsten. Sobretudo, ele ataca recuando, tentando guilhotinas sem grande convicção. O canadense, por sua vez, encadeia as raspagens e rapidamente constrói uma vantagem clara.
O segundo round confirma a diferença. Crelinsten se instala em posição dominante quase sem esforço. Livingston se defende de forma decente, mas, quando se passa o tempo defendendo, não dá mais para atacar: você sobrevive. Durante uma passagem de guarda, o canadense aplica um triângulo de quadril de uma rapidez impressionante, pega as costas, encaixa um mata-leão e arranca a batida. Uma finalização limpa e um recado claro. Mal podemos esperar para vê-lo diante de uma oposição mais forte.
Luta 3: Keith Krikorian vs Landon Elmore (Peso Pena, 145 lbs)
Resultado: Krikorian por decisão unânime

Uma revanche. Landon Elmore, de 19 anos, havia vencido Keith Krikorian em outra organização em 2025. Desta vez, no bowl, o roteiro se inverteu. Após uma breve parada por um eye poke involuntário de Krikorian nos segundos iniciais, a luta entregou uma verdadeira pancadaria.
Elmore é um jovem leão, dinâmico e explosivo, mas também agressivo demais com as mãos. Em alguns momentos, parece um iniciante que se acha no boxe. Essa empolgação é, ao mesmo tempo, sua força e seu limite. Krikorian, por outro lado, demonstra uma maturidade bem superior: muito limpo, disciplinado, recusa as armadilhas e impõe seu ritmo com paciência.
Os dois primeiro têm dificuldade para levar a luta ao chão, depois Krikorian encontra a solução com duas quedas limpas. Uma vez por cima, ele controla claramente Elmore, passando sua guarda várias vezes. O roteiro lembra, aliás, a derrota de Elmore para Rerisson Gabriel no UFC BJJ 5: o prodígio gasta uma energia absurda no primeiro round, depois fica sem gás e sem soluções quando sua guarda é passada.
Krikorian domina sem encontrar a finalização, o que vai frustrá-lo na entrevista. Mas a decisão unânime não admite contestação. A maturidade física de Elmore virá com o tempo. Ele tem 19 anos, e a experiência fará o resto.
Luta 4: Jett Thompson vs Derek Rayfield (Meio-Médio, 170 lbs)
Resultado: Thompson por finalização (Aoki lock), R3 aos 0:43

Derek Rayfield substituía Andy Varela, lesionado, com apenas 48 horas de antecedência. Os dois se conhecem bem: era o quinto confronto entre eles, e o histórico estava perfeitamente equilibrado antes desta noite.
A luta começa forte. Jett Thompson tenta uma espécie de triângulo voador, erra, e acaba no chão logo depois de um belo voo. Rayfield, mais calmo, também tenta coisas bonitas. O nível é próximo, mas a flexibilidade excepcional de Thompson dá trabalho ao adversário. As trocas seguem bastante equilibradas ao longo de dois rounds.
Um senão, porém: Rayfield pressiona várias vezes a mão no rosto de Thompson. É um recurso desagradável, de outro tipo em relação à agressividade desordenada de Elmore, mas que deixa a mesma impressão mista. Thompson mantém a vantagem mesmo assim, sobretudo nos pontos.
Rayfield segue perigoso, atacando muito as pernas, mas Thompson parece perfeitamente acostumado e nunca aparenta estar realmente ameaçado. O cansaço alcança os dois, talvez um pouco mais do lado de Rayfield. No terceiro round, Thompson agarra uma perna, encaixa um Aoki lock e arranca a batida em 43 segundos. Um grappler completo e sólido. Ficamos contentes que seja ele a sair com a vitória.
Luta 5: Ethan Crelinsten vs Danilo Moreira (Peso Leve, 155 lbs)
Resultado: Crelinsten por finalização (mata-leão), R1 aos 2:11

O segundo irmão Crelinsten entra em cena, e foi muito rápido. Ethan Crelinsten entregou uma performance de polvo: sempre bem posicionado, nunca em perigo, esperou o momento certo para pegar as costas de Danilo Moreira, depois encaixou um mata-leão impossível de escapar.
Dois minutos e onze segundos, foi só o que precisou. Moreira, ex-desafiante ao título peso leve, simplesmente não teve tempo de se expressar. Ele deve sair frustrado, mas a diferença de nível era real. Crelinsten havia prometido uma vitória dominante: cumpriu a palavra, e com estilo.
Luta 6: William Tackett vs Manuel Ribamar (Peso Médio, 185 lbs)
Resultado: Tackett por finalização (heel hook), R1 aos 4:48

William Tackett, irmão mais velho do campeão meio-médio Andrew Tackett, fazia seu retorno ao bowl. Do outro lado, Manuel Ribamar, o brasileiro vencedor no UFC BJJ 6, havia aceitado esta luta com apenas dez dias de antecedência.
O americano assume o controle muito rápido. Ribamar não consegue se expressar, dominado o tempo todo. Tackett tem uma desenvoltura impressionante: busca claramente um caminho fluido para a finalização, “trabalhando” quase como num treino difícil, e não como numa luta de grande importância. Dá para sentir desde o início que ele vai vencer.
Nos segundos finais do primeiro round, ele encaixa um heel hook e arranca a batida. É uma demonstração. Detalhe saboroso: Tackett já havia vencido Ribamar por heel hook no primeiro confronto entre eles. Após a luta, ele pediu uma disputa de título e disse estar pronto para emendar já no UFC BJJ 9. Pela atuação, a ideia é tentadora.
Luta 7: 🏆 Cassia Moura vs Sabrina Gondim, título Peso Galo Feminino (135 lbs)
Resultado: Moura por finalização (mata-leão), R2 aos 1:43, mantém o título

Primeira defesa de título para Cassia Moura, coroada primeira campeã peso galo feminino no UFC BJJ 6. Diante dela, Sabrina Gondim, que substituía Bianca Basilio e fazia sua estreia no bowl com menos de duas semanas de antecedência.
E a entrada da desafiante marcou. Faixa-preta de judô, Gondim contra-atacou o arm drag de Moura com uma projeção espetacular que mandou a campeã de cabeça ao chão. O timing, a potência, a precisão fizeram todo o Meta APEX gemer. De arrepiar qualquer um.
Mas Moura não é campeã por acaso. Ela retoma o controle da situação depois desse choque inicial e domina o restante do primeiro round. A projeção de judô só podia funcionar uma vez, no efeito surpresa, e a brasileira passa então a tomar muito mais cuidado nas pegadas em pé.
No segundo round, Moura volta à sua arma característica, o arm drag, emenda numa queda e pega as costas. Desta vez, o relógio joga a favor dela. Ela encaixa um mata-leão apertado e arranca a batida. Um domínio geral, pontuado por um único momento real de susto. E, sobretudo, sua primeira finalização no bowl, ela que se cobrava por sempre parar na pegada de costas sem finalizar. Bela vitória.
Uma campeã peso mosca de olho no título duplo
Detalhe importante: Moura é, nominalmente, uma peso mosca. Ela defende o título peso galo, ou seja, uma categoria acima de seu peso natural. Em entrevista, reafirmou seu objetivo: conquistar o cinturão dos 125 lbs para se tornar bicampeã do UFC BJJ. Aos 20 anos, e com a margem de evolução que ela tem, a ambição não tem nada de irreal.
Luta 8: 🏆 Mikey Musumeci vs Kevin Dantzler, título Peso Galo (135 lbs)
Resultado: Musumeci por finalização (heel hook), R1 aos 2:15, mantém o título (3ª defesa)

A luta principal colocava o campeão diante de Kevin Dantzler, um grappler do CFFC BJJ que fazia sua estreia no bowl, com vitórias no grappling sobre os lutadores do UFC Aljamain Sterling e Merab Dvalishvili. Um desafiante crível, portanto, mas não o rival que a divisão pede há meses.
No tatame, Musumeci não enrolou. Ataca o tornozelo logo de cara, não solta mais, claramente decidido a terminar rápido. Dantzler defende bem, escapando de várias tentativas de heel hook, o que obriga o campeão a soltar e recomeçar. Quase uma pena, aliás: teria sido bom ver um pouco mais de jiu-jitsu antes da finalização direta.
Mas Musumeci sempre acaba achando a chave. Ele volta à perna, transforma uma tentativa de kneebar em heel hook e arranca a batida aos 2:15 do primeiro round. Terceira defesa de título confirmada.
O mais impressionante? O campeão revelou após a luta que combatia com uma infecção por estafilococo e febre alta, depois de ter dormido vinte horas na véspera. Ele chegou a usar calça comprida para cobrir a infecção. Vencer nesse estado impõe respeito. Resta uma constatação: é preciso realmente arrumar para Musumeci um adversário que não se deixe pegar tão rápido. Um nome volta com insistência na comunidade, e aqui também: Joao Miyao.
Um anúncio importante: os UFC BJJ Opens
À margem do evento, o UFC BJJ oficializou o lançamento dos UFC BJJ Opens. É, sem dúvida, o anúncio mais estrutural desde a criação da plataforma, e ele merece uma pausa.
🥋 Os UFC BJJ Opens em resumo
Uma série de torneios de jiu-jitsu abertos a todos os níveis e todas as idades, sob a bandeira UFC BJJ. Objetivo declarado: criar a porta de entrada do sistema UFC BJJ e formar a próxima geração de competidores do bowl.
22 de agosto de 2026: primeiro evento, em Las Vegas.
12 de setembro de 2026: segundo evento, em Phoenix.
Regulamento: o mesmo espírito dos eventos UFC BJJ, um ritmo rápido e a busca pela finalização, para um jiu-jitsu pensado para o espectador.
Na prática, os Opens funcionam como um circuito amador e semiprofissional. Os jovens atletas afiam ali suas habilidades de competição, se acostumam ao regulamento da casa, depois, com o tempo, podem aspirar a chegar aos grandes eventos UFC BJJ. É exatamente o elo que faltava: um sistema de detecção e de formação, e não mais apenas uma vitrine para grapplers já consagrados.
Para o jiu-jitsu mundial, isso é potencialmente enorme. Se o modelo pegar, o UFC BJJ não vai mais se contentar em atrair os melhores: a plataforma vai produzir seus próprios talentos, desde cedo, formados num regulamento que valoriza a ação. Vamos acompanhar de perto a evolução desse circuito a cada edição, porque ele pode redesenhar de forma duradoura o ecossistema competitivo do jiu-jitsu.
Balanço editorial: a confirmação depois do UFC BJJ 7
O que funcionou
O espetáculo, de novo. Seis finalizações em oito lutas. Depois do excelente UFC BJJ 7 e suas cinco finalizações, a plataforma confirma que encontrou a fórmula certa. O contraste com as edições 5 e 6, prejudicadas pelas decisões, ficou agora claramente para trás. É a melhor notícia para a credibilidade do bowl.
Os irmãos Crelinsten. Duas estreias, duas finalizações, dois mata-leões. Liam e Ethan marcaram na mesma noite. Depois dos irmãos Tackett, o UFC BJJ tem uma segunda dupla de irmãos capaz de carregar o espetáculo. É uma dinâmica preciosa para o storytelling da plataforma.
William Tackett. Uma demonstração. Depois da derrota em luta de título em dezembro, o mais velho dos Tackett relança perfeitamente a carreira com um heel hook limpo e um pedido de título assumido. Sua facilidade nessa luta tinha algo de um treino controlado.
Os campeões na adversidade. Musumeci com febre e infeccionado, Moura sacudida logo de cara por uma projeção de judô: os dois campeões mantiveram seus cinturões superando um obstáculo real. Vencer quando nem tudo está perfeito é uma assinatura de campeão, e o bowl vai acumulando exemplos disso.
O que faltou
A luta de abertura. Bakytov vs David é exatamente o que o bowl não deve mais produzir: dois competidores que alcançam boas posições sem nunca buscar a finalização, até uma perda dupla de ponto por inatividade. Abrir uma noite assim segue sendo um deslize recorrente. O formato não perdoa a passividade, e alguns competidores ainda precisam assimilar isso por completo.
Um rival de verdade para Musumeci. Terceira defesa, terceiro adversário estreante no bowl. Dantzler tem mérito, disse sim quando outros recusaram, mas a luta nunca pareceu poder virar. A divisão peso galo precisa de um nome capaz de fazer frente ao campeão. Joao Miyao plantou a semente durante a encarada com Mikey no UFC BJJ 6. Já são três edições esperando por esse confronto. Está na hora.
Os comportamentos no limite. A agressividade desordenada das mãos em Elmore, a pressão da mão no rosto em Rayfield: nada dramático, mas esses vícios prejudicam a leitura do jiu-jitsu que a plataforma quer destacar. O bowl ganha ao valorizar a técnica pura e a fluidez!
E agora? O futuro do UFC BJJ
UFC BJJ 9, em 4 de junho de 2026: Mason Fowler defende seu título meio-pesado contra Devhonte Johnson, a luta anunciada desde o callout do UFC BJJ 6. Espera-se também a estreia de Gilbert Burns no UFC BJJ, além da presença de Nick Rodriguez e Ffion Davies. Um card muito promissor.
Miyao vs Musumeci: ainda não oficializada. Musumeci mencionou uma luta contra Arman Tsarukyan para o fim de agosto, enquanto outros nomes se posicionam. Mas o confronto que o público pede desde o UFC BJJ 6 continua sendo esse. A divisão peso galo precisa desse embate para sair do “sim, mas” (sim, mas contra uma lenda?).
Os UFC BJJ Opens: primeiro encontro em 22 de agosto, em Las Vegas. É o projeto mais importante para o futuro da plataforma. Um circuito de formação que, se cumprir o que promete, vai abastecer o bowl de talentos pelos próximos anos.
As duplas de irmãos do bowl: Tackett de um lado, Crelinsten do outro. O UFC BJJ entendeu a força narrativa das histórias de família. William Tackett mira um título, os irmãos Crelinsten pedem os dois sua chance. Material de sobra para abastecer vários cards à frente.
Conclusão
O UFC BJJ 8 não foi uma noite perfeita, a luta de abertura lembrou isso. Mas confirmou o essencial: a plataforma agora produz o espetáculo que prometia. Seis finalizações, dois títulos defendidos com autoridade, duas novas atrações de cartaz com os irmãos Crelinsten, e um anúncio, os UFC BJJ Opens, que pode pesar bastante no futuro do jiu-jitsu de competição.
Musumeci segue intocável, mesmo com febre. Moura escreve a continuação de sua história, com a primeira finalização na conta. O jiu-jitsu está vivo, e o UFC BJJ continua crescendo. Ainda falta aquele rival capaz de realmente testar Musumeci, mas, no resto, a trajetória é a certa.
Encontro marcado em 4 de junho para o UFC BJJ 9. O espetáculo continua!
Acompanhe toda a atualidade do jiu-jitsu no BJJ-Rules, a mídia apaixonada de jiu-jitsu na França.
Canal do UFC BJJ no YouTube: youtube.com/@ufcbjjofficial


