UFC BJJ 6: resultados completos, análise e balanço
Por BJJ-Rules | 13 de março de 2026 Introdução: nomes de peso, um cinturão histórico e ainda poucas finalizações Pedimos Joao Miyao. Ele veio. Um título feminino inaugural? Feito. O UFC BJJ 6 marcava...

Por BJJ-Rules | 13 de março de 2026
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Introdução: nomes de peso, um cinturão histórico e ainda poucas finalizações
Pedimos Joao Miyao. Ele veio. Um título feminino inaugural? Feito. O UFC BJJ 6 marcava todas as caixas no papel: as estreias muito aguardadas de Nick Rodriguez e Miyao, a primeira defesa de título de Mason Fowler, uma luta pelo cinturão bantamweight feminino entre Cassia Moura e Ffion Davies, e um card de oito lutas pronto para incendiar o Meta APEX.
Mas vamos ser honestos: pela segunda edição consecutiva, o espetáculo ficou devendo. Uma única finalização em oito lutas (Meyram Maquine, armbar no segundo round). Sete decisões. Um empate. Um padrão recorrente está se formando, e não é animador.
O Nova GP, organizado pela CFJJB na França algumas semanas antes, era de kimono e paradoxalmente ofereceu mais ação. Ou seja, o gi não é o problema. O problema é a tomada de risco. Ou melhor, a falta dela.
Dito isso, o UFC BJJ 6 vai entrar para a história por pelo menos um motivo: Cassia Moura, 20 anos, se torna a primeira campeã bantamweight feminina do UFC BJJ. E o face-off Miyao vs Musumeci após a luta de Joao prepara o que pode ser a luta mais esperada da plataforma!
Resultados completos: UFC BJJ 6
| # | Categoria | Vencedor | vs | Oponente | Resultado | Round / Tempo |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Peso-médio (185 lbs) | Manuel Ribamar | vs | Caio Vinicius Santos | Decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28) | 3 rounds |
| 2 | Peso-galo (135 lbs) | Joao Miyao | vs | Jussier Formiga | Decisão unânime (30-27, 30-27, 30-27) | 3 rounds |
| 3 | Peso-pesado (265 lbs) | Devhonte Johnson | vs | Lucas Norat | Decisão unânime (30-27, 30-27, 30-26) | 3 rounds |
| 4 | Peso-galo feminino (135 lbs) | Ana Rodrigues | vs | Jasmin Rocha | Decisão dividida (29-28, 28-29, 30-27) | 3 rounds |
| 5 | Peso-pena (145 lbs) | Meyram Maquine | vs | Marcos Mendes | Finalização (armbar) | R2, 3:29 |
| 6 | Peso-pesado (265 lbs) | Nick Rodriguez | vs | Elder Cruz | Empate majoritário | 3 rounds |
| 7 | 🏆 Peso-galo feminino (135 lbs) | Cassia Moura (c) | vs | Ffion Davies | Decisão dividida | 3 rounds |
| 8 | 🏆 Peso meio-pesado (205 lbs) | Mason Fowler (c) | vs | Pedro Machado | Decisão unânime | 3 rounds |
Prêmios UFC BJJ 6 :
Performance da noite: Cassia Moura.
Finalização da noite: Meyram Maquine.
Luta da noite: Cassia Moura vs Ffion Davies.
Resumo e análise
Luta 1: Manuel Ribamar vs Caio Vinicius Santos (Peso-médio, 185 lbs)
Resultado: Ribamar por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28)

A noite começa como a anterior: sem finalização. Duelo de leg locks no primeiro round, Ribamar mais incisivo e agressivo, Vinicius tentando acelerar no terceiro round mas tarde demais. Ribamar, que montou um bowl no próprio ginásio para se preparar, soube usar as rampas a seu favor. Sólido, mas sem brilho.
Luta 2: Joao Miyao vs Jussier Formiga (Peso-galo, 135 lbs)
Resultado: Miyao por decisão unânime (30-27, 30-27, 30-27)

A luta que todos estavam esperando, e mesmo assim entrou como a segunda do card. Escolha estranha do UFC BJJ para um nome desse calibre. Os irmãos Miyao são ícones do JJB mundial, e ver Joao no bowl pela primeira vez, com Paulo no corner, deu uma dimensão histórica à noite.
No tatame, Miyao mostrou exatamente o que se esperava dele: K guard fluida, inversões sem esforço aparente, tentativas de armbar e tarikoplata encadeadas com uma facilidade desconcertante. Tecnicamente, estava claramente acima de Formiga. Numa competição IBJJF, a diferença nos pontos teria sido enorme.
O problema? Sem finalização. Miyao chegou perto com um armbar profundo no segundo round, mas Formiga, 40 anos, ex-lutador do UFC e verdadeiro veterano, mostrou uma defesa de armbar impressionante. Já o tínhamos visto fazer isso contra Lucas Pinheiro no UFC BJJ 5. Não ser finalizado por Joao Miyao é quase uma vitória por si só para Formiga.
Mas o verdadeiro momento da noite veio depois da luta. Miyao chamou Mikey Musumeci para o título peso-galo. Musumeci, presente na plateia, subiu para um face-off amigável mas carregado de intenção. Os dois se conhecem bem: cinco confrontos (2015, 2016, 2017), cinco vitórias para Musumeci, algumas delas muito apertadas. Desta vez, na plataforma UFC BJJ, o contexto é diferente. O formato de três rounds de cinco minutos pode mudar as cartas. Finalmente, a divisão peso-galo tem o rival que tanto pedia.
Luta 3: Devhonte Johnson vs Lucas Norat (Peso-pesado, 265 lbs)
Resultado: Johnson por decisão unânime (30-27, 30-27, 30-26)

Devhonte Johnson, 1,88m e 113 kg, impôs sua superioridade física desde o início com um front headlock devastador e uma tentativa de anaconda choke que quase encerrou tudo no primeiro round. Norat sobreviveu graças a um excelente trabalho defensivo, mas nunca conseguiu criar o espaço necessário para trabalhar. A diferença de peso (mais de 15 kg) era simplesmente grande demais. Johnson terminou com back control e uma tentativa de face crank nos segundos finais. Um juiz deu a ele um round 10-8.
A história de Johnson acrescenta profundidade ao personagem: garoto de Patterson, New Jersey, bairro difícil, chegou ao JJB aos 17 anos depois de começar pelo boxe. Ele agora pede uma luta pelo título contra Mason Fowler. Fowler respondeu mandando ele “fazer dieta” diretamente do microfone do bowl. A troca promete.
Luta 4: Ana Rodrigues vs Jasmin Rocha (Peso-galo feminino, 135 lbs)
Resultado: Rodrigues por decisão dividida (29-28, 28-29, 30-27)

Continuação da rivalidade iniciada nos ADCC Trials, mas o espetáculo não acompanhou: quinze minutos de hand-fighting em pé, pontuados por mercy grips que os próprios comentaristas criticavam ao vivo. Rodrigues, cujos maiores títulos vieram no kimono, pareceu mais confortável com o ritmo lento. Rocha nunca conseguiu impor o ritmo que seu corner (liderado por seu pai Vagner Rocha, lenda do JJB da Flórida) pedia. Rodrigues conquista a decisão dividida. Essa luta foi nos 135 lbs, mesma categoria do título no co-main event: a vencedora se posiciona como próxima desafiante.
Luta 5: Meyram Maquine vs Marcos Mendes (Peso-pena, 145 lbs)
Resultado: Maquine por finalização (armbar), R2 aos 3:29 🏅 Finalização da noite

Finalmente fogo. E a única finalização da noite.
O primeiro round foi tático, com Mendes trabalhando suas entradas de perna e Maquine buscando impor seu passing por cima. A diferença se abriu no segundo round: Maquine sentiu uma tentativa de guard pull de Mendes, impôs pressão no passing, depois encadeou side control, north-south e mount numa progressão metódica.
Do mount, a transição para o armbar foi limpa. Maquine fintou um triângulo antes de isolar o braço e conseguir a extensão completa. O tap foi imediato. O árbitro Vitor “Shaolin” Ribeiro confirmou o fim da luta, e o bowl finalmente viu uma finalização.
Maquine, 25 anos, tem um estilo feito para o UFC BJJ: agressivo, dinâmico, espetacular. Sua base na capoeira lhe dá uma movimentação única. Ele inclusive chamou Mikey Musumeci após sua vitória, se oferecendo para descer de peso pelo título peso-galo. Entra assim numa lista crescente de pretendentes. O UFC BJJ não tem mais desculpa para não oferecer a Musumeci uma luta de título eletrizante.
Luta 6: Nick Rodriguez vs Elder Cruz (Peso-pesado, 265 lbs)
Resultado: Empate majoritário

A outra luta que todos estavam esperando. A estreia do “Black Belt Slayer” no bowl, diante de um Elder Cruz que ninguém enxergava como teste real. As casas de aposta erraram.
Cruz, imigrante de Honduras que chegou aos Estados Unidos com 4 anos, foi o melhor lutador do combate. Ponto final. Seu double leg no final do primeiro round foi o movimento mais decisivo da luta. Sólido na defesa, agressivo nas trocas, ele neutralizou a luta de Rodriguez durante dois rounds. Os comentaristas não tiveram meias palavras: Cruz é “o melhor lutador neste confronto”.
Rodriguez reagiu no terceiro round com uma arrancada tardia: passagem para half guard, progressão para side control, depois uma tentativa de heel hook nos últimos segundos que quase mudou tudo. Cruz segurou firme, mas o estrago nos scorecards estava feito.
Resultado: empate majoritário. Rodriguez, surpreso. Cruz, frustrado. Os dois acharam que tinham ganhado, o que geralmente é sinal de que o resultado foi justo. Resta que para os fãs que esperavam uma exibição de Nicky Rod, foi uma decepção. Vale lembrar que ele aceitou essa luta com apenas duas a três semanas de antecedência, o que talvez explique a falta de ritmo no início.
Um ponto interessante: quando estrelas vindas de fora do ecossistema UFC BJJ (Rodriguez, Miyao) chegam e não finalizam seus adversários, isso coloca em perspectiva as críticas feitas aos atletas “da casa”. O formato é exigente. Três rounds de cinco minutos não perdoam, nem os melhores do mundo.
Luta 7: 🏆 Cassia Moura vs Ffion Davies, título inaugural peso-galo feminino (135 lbs)
Resultado: Cassia Moura por decisão dividida, primeira campeã peso-galo feminino 🏅 Performance e luta da noite

Essa foi a luta que salvou a noite em termos de intensidade.
Desde os primeiros segundos, Cassia Moura ditou o ritmo. Sua arma principal, o arm drag, funcionou desde a primeira troca, levando a um takedown limpo. Depois um segundo. Depois um terceiro. O primeiro round foi claramente dela, com pressão constante e agressividade transbordante.
Davies retomou o controle no segundo round com um contra-ataque brilhante: pegando a perna de Moura durante uma tentativa de arm drag, inverteu a situação e impôs pressão por cima. Seu knee cut passing, sua marca registrada, finalmente encontrou espaço. A galesa mostrou por que é considerada a melhor pound-for-pound do JJB feminino: inteligência tática, adaptação durante a luta, técnica de judô impecável.
O terceiro round foi uma joia de competição. Davies tentou puxar a guarda, Moura recusou. Davies isolou uma perna e ameaçou com um foot lock. Moura encaixou um takedown. Davies respondeu com um arremesso de judô nos últimos segundos para terminar por cima. O público incentivava as duas lutadoras nos segundos finais.
Decisão dividida: Moura é campeã. Sinceramente, entendemos o resultado (Moura teve mais takedowns e iniciativa ofensiva), mas o JJB de Davies foi mais limpo, mais técnico, mais controlado. Essa luta poderia ter sido julgada no sentido oposto sem que ninguém gritasse escândalo.
O momento de emoção da noite
Ficou a emoção de Moura no microfone. A brasileira de 20 anos, que saiu do Rio aos 17 para se instalar sozinha em Midland, Texas, sob a tutela de Bruno Bastos, caiu no choro ao se dirigir à mãe em português. De blue belt a black belt em um ano, campeã mundial em cada faixa, ela é agora a campeã mais jovem da história do UFC BJJ. Sua trajetória impõe respeito, independentemente da opinião que se tenha sobre a decisão desta noite.
« Ninguém faz nada sozinho. Quero agradecer ao Bruno Bastos, meu treinador e meu pai aqui. E à minha mãe no Brasil que está assistindo. Mãe, a gente conseguiu. » – Cassia Moura
E agora? Moura mencionou Ana Rodrigues como próxima adversária em potencial. Do outro lado, Davies merece uma revanche. O UFC BJJ tem nas mãos uma divisão feminina finalmente competitiva, impulsionada por dois perfis radicalmente diferentes: a energia bruta da juventude contra a inteligência tática da experiência.
Luta 8: 🏆 Mason Fowler (c) vs Pedro Machado, título peso meio-pesado (205 lbs)
Resultado: Fowler por decisão unânime, mantém o título

O main event trazia um enredo especial: a revanche. Machado tinha finalizado Fowler com um armbar na final do absoluto faixa-marrom do Mundial IBJJF 2021. Cinco anos depois, Fowler queria provar que é um lutador radicalmente diferente. Missão cumprida, mesmo que o espetáculo não tenha acompanhado.
Fowler dominou a luta do começo ao fim com uma ferramenta devastadora: o Muay Thai clinch (ou “Thai plum”). Ao travar as mãos no topo do crânio de Machado (e não atrás da nuca, como explicaram os comentaristas), quebrou a postura do brasileiro repetidamente. Machado, acostumado ao kimono onde os grips oferecem opções de contra-ataque, nunca encontrou a resposta no no-gi.
A pressão de Fowler por cima foi sufocante: half guard, tentativas de isolamento de braço, ameaças de kimura, progressão para o mount. Machado mostrou coração no terceiro round com tentativas de scramble e uma guilhotina, mas Fowler neutralizou tudo com calma de campeão.
O próprio Fowler reconheceu depois da luta que sua performance não estava à altura dos seus padrões. Ele mencionou um camp de preparação complicado por conta de uma lesão nas costelas e dúvidas sobre seu cardio. Visto de fora, porém, a dominância foi clara. Quando um campeão ganha com controle total e se considera “decepcionante”, é sinal de que seu teto é muito alto.
« Estou feliz por ter vencido, mas não estava no meu melhor. O camp foi complicado. Às vezes você precisa ganhar uma luta apertada sem a finalização. Foi o caso hoje. » – Mason Fowler
O callout pós-luta foi saboroso: Fowler retomou a lista que tinha dado após sua última luta (Pedro, Devhonte, Hulk), riscou Pedro, olhou na direção de Devhonte Johnson e soltou: « Faz uma dieta, gordão. » Johnson, com 113 kg, teria de fato que cortar peso para descer aos 205 lbs.
Balanço editorial: uma noite de altos e baixos (de novo)
O que funcionou
O recrutamento. Joao Miyao e Nick Rodriguez no mesmo card é uma declaração de intenções. O UFC BJJ não se contenta mais em desenvolver seus próprios atletas: a plataforma agora atrai os maiores nomes do grappling mundial. O face-off Miyao-Musumeci após a luta de Joao promete um confronto dos sonhos para um próximo evento.
Cassia Moura vs Ffion Davies. A melhor luta da noite, disparada. Dois estilos diametralmente opostos, ritmo, takedowns, reversões, emoção. É exatamente isso que o UFC BJJ precisa produzir em cada categoria. A organização confirmou ao eleger esse combate como “Luta da noite”.
Meyram Maquine. A única finalização da noite (premiada pelo UFC BJJ), e um estilo feito para o bowl: dinâmico, agressivo, espetacular. Sua base na capoeira lhe dá uma movimentação única. O UFC BJJ tem um perfil de ouro para os próximos cards.
Mason Fowler. Dominante do início ao fim, mesmo sem finalização. Sua capacidade de usar o Thai plum para neutralizar um lutador de classe mundial como Machado mostra o quão completo é seu jogo.
O que faltou
O espetáculo. De novo. Uma finalização em oito lutas. Sete decisões e um empate. Mesmo diagnóstico do UFC BJJ 5 (duas finalizações em nove lutas). O padrão está se tornando preocupante. Se o formato foi pensado para entretenimento, os resultados precisam acompanhar. Mercy grips, trocas em pé intermináveis sem engajamento real, guard pulls sem iniciativa: tudo isso mata o ritmo.
O posicionamento de Miyao no card. Colocar um nome tão icônico como a segunda luta da noite é surpreendente. Miyao merecia no mínimo o co-main event. A luta contra Formiga era um teste introdutório, claro, mas o UFC BJJ precisa aprender a construir seus cards em crescendo.
Adversários para os campeões. Ninguém quer enfrentar Andrew Tackett. Mais de 20 atletas recusaram antes que Vagner Rocha, 43 anos, aceitasse o desafio para o UFC BJJ 7. É um sinal de respeito por Rocha, mas também um problema estrutural para a divisão meio-médio. O JJB precisa de atletas que digam sim (e tem muitos por aí).
E agora? O futuro do UFC BJJ
UFC BJJ 7, 2 de abril de 2026: três lutas de título anunciadas. Andrew Tackett vs Vagner Rocha (welterweight), Aurélie Le Vern vs Rebecca Lima (peso-pena feminino, Lima substituindo Brianna Ste-Marie por lesão), e o retorno de Nicholas Meregali. Espera-se também a estreia de Davi Ramos. É potencialmente o card mais empolgante desde a criação do UFC BJJ.
Miyao vs Musumeci: a luta que precisa acontecer. Cinco confrontos no passado, cinco vitórias para Musumeci, mas o formato UFC BJJ pode mudar a equação. Miyao está mais velho, mais sábio, e seu jogo de K guard é formidável num formato onde finalizações valem mais que pontos. Esperamos ver essa luta marcada para o UFC BJJ 8 ou 9.
A divisão peso-galo feminina: finalmente viva. Moura, Davies, Rodrigues, Rocha, Lima, Le Vern… o UFC BJJ construiu uma divisão feminina crível em poucos meses. É uma das melhores notícias desta noite.
Uma palavra sobre Gordon Ryan: a sombra do aposentado ainda paira sobre a divisão peso-pesado. Sua ausência é sentida. Imaginar Rodriguez, Johnson ou Meregali contra Ryan teria dado a este card uma dimensão completamente diferente. O JJB vira a página, mas o capítulo Ryan continua inacabado.
Conclusão
O UFC BJJ 6 não resolveu o problema de espetáculo que já prejudicava a edição anterior. Mas plantou bases sólidas para o que vem: Miyao está na casa, o face-off com Musumeci está lançado, Moura escreve história no JJB feminino, Fowler confirma sua dominância, e os próximos cards prometem matchups cada vez mais grandiosos.
Os melhores grapplers do mundo estão chegando aos poucos. Agora é preciso que o formato produza as finalizações que o público merece. Caso contrário, a plataforma corre o risco de se tornar uma vitrine de decisões técnicas que só os iniciados apreciam, quando foi pensada para o grande público.
Encontro marcado para 2 de abril no UFC BJJ 7. A gente acredita. O JJB merece mais do que sete decisões por noite!
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